Você construiu reputação, catálogo e faturamento em cima de um nome que qualquer concorrente pode registrar amanhã. Registramos sua marca no INPI e destravamos Loja Oficial no Mercado Livre, Shopee Mall e Amazon Brand Registry.
Análise de viabilidade sem custo · resposta em até 24h úteis
Um concorrente clona seu anúncio, usa seu nome no título e você denuncia. O marketplace pede o número do registro. Você não tem. A denúncia morre ali. No mês seguinte, o inverso: alguém que registrou um nome parecido aciona o Brand Protection e seus anúncios caem, junto com o histórico, as perguntas e a reputação de anos. A diferença entre os dois lados dessa história é um documento.
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Terceiro com marca registrada pede a remoção. O marketplace atende. Você descobre pelo caixa.
Piratas colam no seu catálogo, vendem produto pior e destroem sua reputação com o seu nome.
Sem certificado do INPI, o selo é inacessível. Protocolo não vale. Só o certificado.
Uso indevido de marca de terceiro pode derrubar a operação inteira, não só um anúncio.
Marca é coisa de empresa grande.
Essa frase era verdade quando marca servia só para aparecer em outdoor. Hoje ela é um requisito operacional: o marketplace não pergunta seu faturamento antes de exigir o certificado. Ele exige de todo mundo igual.
E existe uma inversão cruel que quase ninguém enxerga: quanto menor você é, mais barato é te atacar. A empresa grande tem jurídico, verba e marca registrada há dez anos. O pequeno é o alvo fácil — é o que vira caso de "registrei o nome dele e agora ele me paga ou some da plataforma".
Registrar marca custa menos que um mês de anúncio patrocinado. Perder a marca custa a operação inteira.
Pode. E ainda paga taxa reduzida no INPI: desconto de até 50% para MEI, ME, EPP e pessoa física.
Nome simples é o mais disputado. Quanto mais fácil de lembrar, mais gente está tentando registrar o mesmo agora.
Quando você crescer, alguém já terá percebido que vale registrar o seu nome. O fundador da Wise Up quase perdeu a escola assim, antes de abrir as portas.
Em abril de 2026 o INPI criou o trâmite prioritário para quem depende do registro de marca para atuar em marketplace (Portaria 66/2026). Nos dois primeiros meses, 332 dos 409 pedidos prioritários foram de sellers — de longe a hipótese mais usada entre as treze existentes.
Na prática: o prazo normal pode passar de 18 meses. Com prioridade, há casos caindo para menos de 6. A cota é quadrimestral e limitada — quem entra na fila primeiro, sai primeiro.
Verificar se me enquadro na prioridade →O deferimento do trâmite prioritário e do registro depende de análise do INPI e do enquadramento documental. Não garantimos prazo nem resultado.
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Não é a busca básica do INPI. Analisamos colidência fonética, gráfica, radical e classes vizinhas. É aqui que 90% dos indeferimentos são evitados antes de existirem.
A classe errada protege o nada. Definimos as classes de Nice que cobrem o que você vende — e as de defesa, que impedem o vizinho de entrar.
Nominativa, mista ou figurativa? Uma classe ou três? Aqui se decide se sua marca vai ser uma folha de papel ou uma muralha.
Emissão da GRU, depósito do pedido, publicação na RPI. Você recebe o número do processo no mesmo dia.
Oposições, exigências, recursos: monitoramos a RPI e agimos nos prazos. Você não perde nada por esquecimento.
Certificado emitido, orientamos o cadastro no ML, Shopee e Amazon. O documento só vale quando vira selo na tela.
Metade dos indeferimentos acontece porque o empresário criou o nome primeiro e foi registrar depois: nome genérico, descritivo ou idêntico ao de um concorrente que ele nunca ouviu falar. Todo o investimento em embalagem e identidade vai para o lixo.
Quando a marca nasce dentro do processo de registro, isso não acontece. Criamos o nome já testando disponibilidade no INPI, desenhamos a identidade pensando na aplicação real — miniatura de anúncio, embalagem, banner de Loja Oficial — e entregamos com o pedido protocolado.
Para quem já tem o nome definido e quer o certificado.
Para quem vende sério e não pode perder o catálogo.
Para quem vai começar — ou vai rebrandear.
Se o INPI indeferir seu pedido e não houver recurso viável, protocolamos um novo registro sem cobrar nossos honorários novamente. Você paga apenas a taxa oficial do INPI.
Cada logo abaixo é uma marca protocolada por nós no INPI — com número de processo público e verificável.
Atuação junto ao INPI amparada pelo art. 216 da Lei da Propriedade Industrial (Lei 9.279/96)
Fazemos a busca de anterioridade e te dizemos, sem custo e sem enrolação, se o nome está livre, em risco ou se precisa ser ajustado. Se não der para registrar, a gente fala na cara.
Para vender, não. Para ser Loja Oficial, sim — e é obrigatório. O ML só aceita o certificado emitido pelo INPI ao final do processo; protocolo de pedido não é aceito. Sem o certificado, não há selo, não há Brand Ads, não há Brand Protection.
O processo padrão no INPI tem levado, em média, de 12 a 18 meses até a concessão. Com o trâmite prioritário para marketplace (Portaria 66/2026), há casos concluídos em menos de 6 meses. O número do processo, porém, você recebe no mesmo dia do protocolo.
Existem dois custos separados: as taxas oficiais do INPI — entre R$ 142 e R$ 355 no depósito para MEI/ME/EPP e pessoa física (desconto de até 50%), mais a taxa de concessão — e os honorários da assessoria. Fazemos a busca de anterioridade sem custo antes de qualquer decisão: você só investe se o caminho estiver livre.
Pode, e paga menos: MEI, ME, EPP e pessoa física têm redução de até 50% nas taxas do INPI. Pessoa física precisa comprovar que exerce a atividade relacionada à marca.
Não. No Brasil vale o princípio de quem deposita primeiro. Usar o nome há dez anos não impede que alguém registre hoje e te notifique amanhã. Existe o direito de precedência em situações específicas, mas é exceção, difícil de provar — é plano de contingência, não estratégia.
Existem recursos e caminhos de defesa, e cuidamos deles. Se o indeferimento for irreversível, protocolamos um novo pedido sem cobrar honorários outra vez — você arca apenas com a taxa do INPI.
Depende do que você vende. As classes 1 a 34 são produtos; 35 a 45, serviços. Quem vende em marketplace normalmente precisa da classe do produto e da classe 35 (comércio). Registrar só uma costuma deixar uma porta aberta — é exatamente esse enquadramento que analisamos antes de protocolar.
Serve para depositar, mas quase sempre é um problema: logo genérico tem baixa distintividade, o que aumenta o risco de indeferimento e de colidência. Se for o seu caso, vale considerar a criação da marca junto com o registro.
Não. O registro protege o nome e o sinal, não o produto em si. Outros vendedores ainda podem vender itens iguais ou semelhantes — o que eles não podem é usar a sua marca para isso, nem colar no seu catálogo se você é o fabricante.
A lei permite que agentes da propriedade industrial atuem perante o INPI (art. 216 da Lei 9.279/96). O que faz diferença não é o diploma na parede: é quem conduz a busca de anterioridade e o enquadramento de classe. É aí que o processo se ganha ou se perde.
Não. Somos uma assessoria independente especializada em propriedade industrial com foco em sellers. Nosso trabalho é registrar sua marca no INPI — que é o único documento que o Mercado Livre aceita.
A busca gratuita responde isso antes de você gastar um real. Se houver colidência, existem caminhos: oposição, pedido de nulidade, caducidade (se a marca estiver há mais de 5 anos sem uso) ou reposicionamento do nome. Apresentamos as opções e o risco de cada uma.
A cada minuto uma marca é protocolada no INPI. O sistema é simples e cruel: quem chega primeiro, leva. Não existe "eu usava antes". A busca é gratuita e leva 24 horas — se o nome não estiver livre, você vai preferir descobrir agora.
Fazer análise gratuita da minha marca →